TRANSFORMANDO ESPAÇOS: UMA DENÚNCIA SOBRE O SILENCIAMENTO HISTÓRICO-EPISTÊMICO DA IDENTIDADE AFRO-PINDORAMICA E SEUS REFLEXOS NO ATUAL SISTEMA DE ENSINO BRASILEIRO
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Luiza Rodrigues Gomes

TRANSFORMANDO ESPAÇOS: UMA DENÚNCIA SOBRE O SILENCIAMENTO HISTÓRICO-EPISTÊMICO DA IDENTIDADE AFRO-PINDORAMICA E SEUS REFLEXOS NO ATUAL SISTEMA DE ENSINO BRASILEIRO

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Introduction

Transformando espaÇos: uma denÚncia sobre o silenciamento histÓrico-epistÊmico da identidade afro-pindoramica e seus reflexos no atual sistema de ensino brasileiro. Denuncia o silenciamento histórico da identidade afro-pindoramica no ensino brasileiro. Analisa como a educação perpetua desigualdades e subalternização, buscando resgatar saberes oprimidos.

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Abstract

O presente artigo visa criticar o atual modelo de ensino do Brasil, especialmente ao que cabe ao apagamento das contribuições afro-pindoramicas na formação da identidade nacional. Para isso, os mecanismos pedagógicos de controle dos corpos se tornaram objeto de análise comprobatória de que a subalternização é parte de um legado histórico de extermínio de sujeitos racial e economicamente marcados. A princípio, a partir da análise de novas tentativas de expressão e resistência de povos negros, o artigo visa questionar o que realmente faz parte do ideário pindoramico e àquilo que foi construído através da perspectiva do dominador. Desse modo, é preciso debater acerca do processo de ascensão de regimes conservadores e de extermínio, a fim de resgatar e visibilizar histórias e saberes oprimidos, além de colocar a educação como principal meio transformação de espaços, sendo assim capaz de produzir - e reproduzir - desigualdades, bem como de revertê-las.


Review

O presente artigo oferece uma crítica incisiva e altamente relevante ao sistema educacional brasileiro, focando no histórico e epistêmico silenciamento das contribuições afro-pindorâmicas na formação da identidade nacional. O título, "TRANSFORMANDO ESPAÇOS: UMA DENÚNCIA...", já estabelece um tom de urgência e protesto, sinalizando um trabalho que não apenas descreve, mas também desafia ativamente narrativas hegemônicas. A proposta de analisar os mecanismos pedagógicos de controle dos corpos como prova de uma subalternização histórica e contínua é particularmente potente, prometendo uma desconstrução profunda das estruturas que perpetuam desigualdades raciais e econômicas no país. A força do artigo reside na sua intenção declarada de questionar o que constitui o "ideário pindorâmico" genuíno versus aquilo que foi imposto pela perspectiva do dominador. Ao examinar novas tentativas de expressão e resistência de povos negros, o trabalho promete uma análise dialética entre opressão e agência. Essa abordagem é crucial para desmascarar a raiz da desigualdade educacional e social, ligando-a diretamente à ascensão de regimes conservadores e exterminadores. A promessa de resgatar e visibilizar histórias e saberes oprimidos é um pilar fundamental para qualquer projeto de descolonização curricular e epistemológica. Em suma, o artigo tem o potencial de ser uma contribuição significativa para os campos da educação, sociologia, história e estudos raciais no Brasil. Ao posicionar a educação como o principal meio tanto de reprodução quanto de reversão de desigualdades, ele articula uma visão de transformação que é tanto crítica quanto propositiva. Para que o trabalho atinja seu impacto máximo, o desenvolvimento completo deverá apresentar uma robusta fundamentação teórica, exemplos empíricos detalhados dos mecanismos de silenciamento e das formas de resistência, e uma metodologia clara para analisar esses "novos olhares". A concretização dessas promessas fará desta "denúncia" um instrumento poderoso de transformação.


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