Musicalidade e visualidade: um estudo dos cartazes musicais de kiko farkas. Analise os cartazes musicais de Kiko Farkas para a OSESP, explorando a relação entre musicalidade e linguagem visual em projetos gráficos. Descubra a arte do design cultural.
Este artigo aborda um estudo dos elementos gráficos que compõem a materialidade das mensagens visuais em projetos gráficos voltados à área cultural artística. Um dos casos estudados compreende a análise visual de doze cartazes do designer Kiko Farkas criados para a OSESP, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, realizados entre os anos de 2003 e 2007. Os cartazes para a OSESP se referem a apresentações, concertos, peças, turnês e mensagens institucionais. O estudo se apoia em conceitos de musicalidade -- trazidos por Wisnick (1989) -- e de linguagem visual trazidos por Dondis (2003) -- na observação dos cartazes. Também incorpora ideias de diferentes artistas visuais que escreveram sobre similaridades entre as linguagens musical e visual, como Kandinsky (1996; 1997) e Klee (2001). Associações de similaridades podem ser imaginárias em uma experiência sensória principiante, mas se refletem fisicamente em maneiras de estruturação e organização da composição visual, observadas nos cartazes.
O artigo, "Musicalidade e visualidade: um estudo dos cartazes musicais de Kiko Farkas," apresenta uma investigação cativante sobre a intrínseca relação entre conceitos musicais e sua representação visual no design gráfico. Focado no setor cultural e artístico, o estudo realiza uma análise visual detalhada de doze cartazes criados pelo renomado designer Kiko Farkas para a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) entre 2003 e 2007. Este estudo de caso específico fornece uma rica base empírica para explorar como as mensagens visuais são elaboradas para comunicar a essência de eventos musicais, incluindo concertos, apresentações e comunicações institucionais, oferecendo valiosas percepções sobre a estética aplicada. A estrutura teórica empregada é robusta e interdisciplinar, baseando-se em conceitos estabelecidos de musicalidade de Wisnick (1989) e princípios de linguagem visual de Dondis (2003). Além disso, o estudo conecta eficazmente a teoria da arte e a prática do design ao incorporar as ideias influentes de artistas visuais como Kandinsky (1996; 1997) e Klee (2001), que exploraram extensivamente as similaridades intrínsecas entre as formas de expressão musical e visual. Essa base teórica abrangente sustenta uma rigorosa análise observacional dos cartazes selecionados, permitindo uma interpretação matizada de como qualidades musicais abstratas são traduzidas em elementos gráficos e composições concretas. Uma contribuição significativa desta pesquisa reside em sua afirmação de que, embora as associações sensoriais iniciais entre música e elementos visuais possam parecer subjetivas, elas se manifestam de forma tangível nos aspectos estruturais e organizacionais da composição visual. Ao examinar meticulosamente os cartazes de Farkas, o artigo procura demonstrar como a musicalidade não é apenas um conceito abstrato, mas é ativamente codificada por meio de elementos visuais e estratégias de design específicas. Este estudo oferece *insights* valiosos para designers que trabalham com comunicação cultural, bem como para pesquisadores interessados em estética transmodal e na semiótica do design visual, proporcionando uma compreensão mais profunda de como conceitos artísticos abstratos podem ser efetivamente comunicados por meio de narrativas visuais poderosas.
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