'DEATH STRANDING'
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Sabrina Ramos Gomes, João Paulo Rodrigues dos Santos

'DEATH STRANDING'

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Introduction

'death stranding'. Explore Death Stranding, o jogo de Hideo Kojima, como uma narrativa digital imersiva. Analisa conectividade, liberdade e sobrevivência em um mundo pós-apocalíptico.

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Abstract

Este artigo analisa Death Stranding (2019), jogo de Hideo Kojima, como uma narrativa digital que proporciona uma experiência imersiva e única ao jogador. Ao proporcionar uma nova experiência de jogos de guerra, segundo o próprio Kojima, Death Stranding explora a interação do jogador com o protagonista Sam Bridges, enfatizando liberdade, conectividade e imersão em um mundo fictício pós-apocalíptico. A pesquisa utiliza teorias de narrativa e imersão, fundamentando-se em autores como Umberto Eco, Janet Murray e Marie-Laure Ryan. O jogo combina mecânicas interativas, como a agência limitada, com uma narrativa estruturada em capítulos, permitindo que o jogador influencie parcialmente os eventos sem perder a linearidade da história principal. O conceito de conectividade é central [...]. Além disso, Death Stranding reflete sobre o impacto humano no planeta [...]. A ambientação, as mecânicas detalhadas e o ritmo contemplativo reforçam a ideia de imersão total, levando o jogador a se adaptar às dinâmicas do jogo para apreciar plenamente sua narrativa. Conclui-se que Death Stranding busca proporcionar uma experiência diferente como mídia, demonstrando que a interação e a conectividade experimentadas no jogo propiciam a reflexão acerca de colaboração e sobrevivência em tempos de crise.


Review

Este artigo propõe uma análise aprofundada de *Death Stranding* (2019), o aclamado título de Hideo Kojima, situando-o como uma narrativa digital que oferece uma experiência de jogo distintamente imersiva e singular. O trabalho se dedica a explorar como o jogo, que Kojima classifica como uma nova abordagem aos "jogos de guerra", enfatiza a interação do jogador com o protagonista Sam Bridges, abordando conceitos fundamentais como liberdade, conectividade e imersão em um cenário pós-apocalíptico. A premissa central de que *Death Stranding* redefine as expectativas de mídia interativa e proporciona uma rica tapeçaria para a reflexão sobre a condição humana é bem articulada desde o início. A metodologia da pesquisa se destaca pela sólida base teórica, empregando quadros conceituais de narrativa e imersão a partir de figuras proeminentes como Umberto Eco, Janet Murray e Marie-Laure Ryan. Esta fundamentação promete uma análise robusta das mecânicas interativas do jogo, como a agência limitada e a estrutura narrativa por capítulos, e como estas permitem ao jogador influenciar a história sem comprometer sua linearidade principal. A ênfase no "conceito de conectividade" como elemento central sugere uma exploração rica da teia de interações dentro do jogo e seu potencial para discussões mais amplas. Em suma, o artigo conclui que *Death Stranding* transcende a mera função de entretenimento, posicionando-se como uma mídia que provoca reflexão profunda sobre temas cruciais. Ao examinar a ambientação detalhada, as mecânicas intrincadas e o ritmo contemplativo, a pesquisa argumenta que o jogo incentiva a adaptação do jogador e, por extensão, a apreciação plena de sua narrativa. Os achados sugerem que a interação e a conectividade vivenciadas no jogo são catalisadores para a reflexão sobre colaboração e sobrevivência em contextos de crise, oferecendo uma contribuição valiosa para os estudos de jogos e mídias digitais.


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