Ocupação de áreas de fragilidade ambiental e riscos à comunidade
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Maria do Carmo de Lima Bezerra, Nadezhda Bobyleva, Cristina Maria Correia de Mello

Ocupação de áreas de fragilidade ambiental e riscos à comunidade

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Introduction

Ocupação de áreas de fragilidade ambiental e riscos à comunidade. Analisa a ocupação de áreas frágeis por assentamentos informais, propondo critérios para moradia segura e proteção ambiental. Usa geoprocessamento para mitigar riscos socioambientais sem deslocamento.

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Abstract

Objetivo Analisar a ocupação de áreas de fragilidade ambiental por assentamentos informais e propor critérios mínimos de ocupação que garantam segurança e salubridade, conciliando o direito à moradia segura com a proteção ambiental. Metodologia Baseou-se em revisão bibliográfica na parte teórica do artigo. Para o estudo de caso, foram analisados documentos de políticas urbanas vigentes. A análise interdisciplinar, realizada em ferramentas de geoprocessamento, se baseou na sobreposição das zonas de erosão, contaminação do solo, perda de recarga de aquífero e áreas de habitação. Originalidade/Relevância Preenche uma lacuna sobre a integração entre a as dimensões ambientais e urbanísticas voltadas a orientação de projetos urbanos de regularização fundiária onde seja possível a população identificar de forma clara as razões de fixação e ou realocação. Resultados A adoção de critérios mínimos de ocupação, com base em dados de risco, demonstrou a possibilidade de mitigar riscos socioambientais sem deslocar moradores. As medidas propostas previnem danos sociais e garantem soluções sustentáveis para a população local. Contribuições Teóricas/Metodológicas Destaca a importância de integrar aspectos ambientais em planos de regularização fundiária. Metodologicamente, o uso de geoprocessamento serve como uma ferramenta eficaz para criar resultados baseados em evidências visuais, que orientam mais claramente as decisões urbanísticas em áreas vulneráveis. Contribuições Sociais e Ambientais Apresenta soluções que garantem moradia segura para populações de baixa renda em áreas de risco e propõe medidas para preservar recursos naturais, equilibrando direitos humanos e proteção ambiental.


Review

The article "Ocupação de áreas de fragilidade ambiental e riscos à comunidade" addresses a critical and highly relevant issue concerning the occupation of environmentally fragile areas by informal settlements and the inherent risks to the community. The paper's objective—to analyze this occupation and propose minimum criteria for safe and healthy living, balancing the right to housing with environmental protection—is commendable and timely. The abstract highlights an interdisciplinary approach, utilizing geoprocessing to integrate environmental dimensions such as erosion, soil contamination, and aquifer recharge with housing areas. This methodological integration is presented as a significant strength, filling a crucial gap in linking environmental and urban planning for land regularization projects, thereby providing clear guidance for both settlement and potential relocation decisions. Methodologically, the study combines a theoretical bibliographic review with the analysis of existing urban policy documents for a case study, which, while not specified in the abstract, forms the empirical backbone. The application of geoprocessing tools to overlay multiple layers of environmental fragility with habitation zones is particularly strong, promising evidence-based visual results to inform urban planning decisions. The core finding—that adopting risk-based minimum occupation criteria can mitigate socio-environmental risks without necessitating displacement—is a powerful and socially responsible outcome. However, for a complete assessment, the full paper would need to elaborate on the specifics of the "estudo de caso" and the detailed derivation and validation of these "critérios mínimos de ocupação," which are central to its practical application and generalizability. The theoretical and methodological contributions of this work are significant, emphasizing the critical role of integrating environmental considerations into land regularization plans and showcasing geoprocessing as an effective tool for visual evidence. Socially and environmentally, the proposed solutions are invaluable, aiming to provide secure housing for low-income populations in risk areas while simultaneously preserving natural resources. This balance between human rights and environmental protection offers a robust and sustainable framework for addressing complex urban challenges. Overall, this paper promises to be a highly impactful contribution for urban planners, policymakers, and environmental practitioners seeking practical, evidence-based approaches to manage informal settlements in environmentally sensitive regions, offering solutions that are both equitable and ecologically sound.


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