Amálgama de ruínas: entre cardoso e duras. Este estudo analisa as obras de Lucio Cardoso e Marguerite Duras, revelando como o espaço doméstico perpetua violências e ruínas nas famílias.
Passando pela obra literária Crônica da casa assassinada (1959), de Lucio Cardoso, em contato com O amante (1984), de Marguerite Duras, pretende-se analisar o espaço doméstico e familiar enquanto um perpetuador de violências e ruínas. Tais aspectos trazem um caráter de morte e abismo para a casa, para as próprias famílias, divididas. As famílias, nos dois romances, encontram-se nos limiares entre a pobreza, o deslocamento, o ser forasteiro, a doença, a ruína financeira, a sexualidade. As relações dos personagens com os espaços das casas são, de fato, vorazes. Tantos profundos contrastes, transformados em escrita.
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By Sciaria
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